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Anexo:Pode ser uma gravidez de risco
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===Bônus: “Não há escolha” === É usado, ainda, o argumento de que se a vida da mulher correr perigo, ela não tem escolha senão abortar. Isto é uma posição falaciosa, na medida em que sempre há mais de uma opção. Há a opção de abortar e possivelmente se salvar da morte, assim como há a opção de não abortar e possivelmente morrer. Isso é um conceito básico de lógica, o princípio do terceiro excluído: ou A ou não-A. Em outras palavras, ou ocorre o aborto ou não ocorre o aborto. Uma dessas duas opções precisa, necessariamente, acontecer, demonstrando que há pelo menos duas ações que podem ser feitas e que, portanto, há escolhas a serem feitas. Uma possível objeção a isso é o apelo à emoção, dizendo que a morte não é uma opção válida porque a mãe não quer morrer, ou porque a família da mãe vai sentir com isso, ou porque ela não merece sofrer assim, ou qualquer outra derivação tosca. Acontece que o que está em jogo não é a opinião da mãe acerca das opções, muito menos a valoração que ela dá a elas, mas sim as opções propriamente ditas. Se há a opção de ela abortar e há a opção de ela não abortar e ela opta pela primeira, não há como defender consistentemente que não houve opções. Toda decisão humana representa uma escolha. Ao fazer sua escolha – no caso, o aborto –, a mulher escolhe entre as opções existentes a que acha que irá lhe satisfazer melhor, como se pode extrair do próprio axioma da ação humana<ref>Uma ação praxeológica, ou ação humana, é definida como uma ação propositada, racional, consciente; a vontade posta em funcionamento, transformada em força motriz; é procurar alcançar fins e objetivos usando meios para isso. Ler mais em Mises, L. von – Ação Humana – Um Tratado de Economia, p., (Yale Press University, 1949; Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010). </ref>. Todos os valores humanos são oferecidos para opção. Todos os fins e todos os meios, tanto os resultados materiais como os ideais, o sublime e o básico são ordenados numa sequência e submetidos a uma decisão pelo indivíduo, que escolhe um e rejeita outros<ref>Mises, L.v. – Ação Humana – Um Tratado de Economia – (São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010) pg. 23. </ref>. O contentamento individual pressupõe que a razão calcule dentre os seus desejos aqueles que serão objeto de satisfação. Toda escolha se faz dentre possíveis. Uma escolha que saísse desses parâmetros seria insensata.<ref>Descartes, R. – Discurso do método – (Edição Coleção L&PM POCKET; v. 458, 2017), pg. 24.</ref> Não faz sentido, portanto, argumentar que não há escolha e que a mulher é obrigada a abortar, uma vez que isso é contra o próprio axioma da ação humana.
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